Perdido uma imagem caracterizante

Perdido uma imagem caracterizante
não sei para onde vou, sei o que fui

domingo, 23 de janeiro de 2011

módulo III - design de comunicação - projecto - aula 1 - 7 de Janeiro de 2011

Nesta aula de projecto os professores apresentaram os os pontos de avaliação, assim como as competências do aluno. Houve também uma explicação para melhorar os trabalhos futuros.
Depois foi nos apresentado o desafio, e após isto respondemos ao desafio com o nosso conceito.
No fim houve ainda uma explicação por parte dos professores sobre o trabalho que irá ser realizado durante o terceiro modulo.

módulo III - design de comunicação - tecnologia - aula 1 - 4 de Janeiro de 2011

Nesta primeira aula fizemos a apresentação entre alunos e professores, depois os professores mostraram nos uma curta metragem sobre o design de comunicação.
Obtivemos ainda as passwords dos computadores.

Módulo 3 Conceito

Ando num mundo diferente , num mundo à parte.
Não estou aqui, talvez esteja em Marte.

Vaguei pelas ruas, arrasto o corpo, os arrepios passam me, mas a minha mente está numa realidade diferente para lá do que imaginei.
Desde que acordo, e até a dormir estou num tempestade de emoções e confusões que me iluminam negativamente.

Viajo para um mundo de sentimentos onde o rei desse mundo é egoísta e atraiçoa me.
Não conhecia este mundo, puxa me para cima só para ter o prazer de me ver cair.

Talvez seja uma lição sobre a ilusão, mas aprendo lentamente e agora sei o que sei, sei que estou preso ao sentimento.
A vida corta-sonhos, cortou parte do meu, talvez pelo meu bem.
Um mundo que mudou o caminho por onde ando sem que desse por isso e agora penso..


REFLEXÕES


Os inúmeros sentimentos e emoções são como chuva, a chuva que cai cada vez mais rápido e sem que consiga escapar lhe já estou a preso a sua imensidão.
Os chuvisco tocam me e são tantos(...), são frios, eu sinto os como nunca senti outra coisa, rasteiam por cada parte do meu corpo sem nunca secarem, é uma tempestade, uma tempestade de sentimentos .

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O meu arriscar

   “ Arriscar? Esta palavra está presa na minha cabeça à algum tempo (…)
    Ela quer sair. Que faço eu? Estava feliz e queria mesmo arriscar, tiraram me a felicidade e só me lembro do arriscar ficar na minha cabeça assim como um homem no meio de uma ilha.
  Quero de novo o sentimento, tenho de arriscar?
  Conseguirei ? O medo tenta impedir me.
  Não sei o que faço, mas sei o que preciso. A estrada parece longa e eu tenho de passá-la, enquanto isso sou só eu.

                                                                    A minha Forma
f

A ponte (Cerâmica)

A estrada, a estrada tinha uma entrada feita de nada, era “a entrada”. O resto era feito dum enorme, extenso, e concentrado caminho de Roseiras.
Roseiras dizia eu, mas a verdade é que só havia espinhos nesta estrada. A Rosa, essa estava bem lá no fundo, via se perfeitamente sem nevoeiro, só a rosa e o mundo que esta carregava, e que gracioso mundo era.