Perdido uma imagem caracterizante

Perdido uma imagem caracterizante
não sei para onde vou, sei o que fui

sábado, 2 de abril de 2011

Auto-Retratos




OBSESSÃO
Este é um cenário escuro que leva ao desespero, não há saída nem entrada.. É a mesma imagem, e o mesmo vazio onde o mais insólito é facto de ser aliciante   



                                                                     FELICIDADE

         O sorriso, este sorriso não é tão banal como parece. Foi feito com a ajuda do "outro", é um sorriso que precisamos mas só o conseguimos se tivermos alguém ao nosso lado






                             
  DESCOBERTA
                 Esta porta fala do descobrir, a mão à direita está ajudar a personagem a e descobrir o seu                                                                                                       caminho, a personagem finalmente vê esperança


Raid Fotográfico

         Palavra Chave: Felicidade, a praia um dos sítios que me ajuda a reflectir e me descubro mais que uma vez 



Palavra Chave: Obsessão, um labirinto sem saída com elementos como o fio ou a fita cola que não nos largam e se colam a nós não nos dando a hipótese de libertar



Palavra Chave: Felicidade, o sorriso do outro que nos ajuda, diz nos para nunca dizer nunca

Palavra Chave: Descoberta, saiu do escuro para ver o claro, ver com lucidez o que o escuro me mostrou com cegues  

Palavra Chave: Obsessão, ver o mesmo, ver a ilusória felicidade e não conseguir sair

Referenciais - Fotografia


                              Obsessão 
Falo duma sala preta escura, já não se aguente.
     é o desespero que quero transmitir


 A Obsessão é uma corrente que não nos deixa sair, é sempre algo que nos prende.  No meu conceito referi me a um cubo preto com a mesma simbologia da corrente










A descoberta é outra das minhas palavras chaves, onde quero transmitir a ideia dum novo caminho. É uma conversa com o nosso interior que nos leva a descobrir (..) o toque aqui representado na imagem é muito importante.


























A minha ultima porta chama se: Felicidade ( Feliz+idade) aprender a ser feliz com o tempo.
Descobri o que me faz feliz e me dá confiança, saí daquele cubo preto da obsessão



Audiovisuais- 2ª aula de Projecto

Foi nos dada a informação das notas que tivemos no módulo de design de Comunicação.
Os professores também deram algumas ajudas para tentar mos subir as nossas notas.
Depois disto começámos a trabalhar, na resposta ao desafio, em textos de reflexão. Procurei por referenciais e planos de imagens que me interessassem. Iniciei a exploração de ideias. 










Através do meu conceito achei as três portas e traduzi as em três palavras chaves: 


OBSESSÃO




DESCOBERTA




FELICIDADE





Audiovisuais- 1ª aula de Cinema

Visualização de um power point com conceitos básicos a ver com o CINEMA.

Invenção do Cinema:
A 28 de Dezembro de 1895, houve a 1ª sessão de cinema pelos irmãos Auguste e Louis Lumiérè, com um aparelho inventado por eles chamado Cinematografo.

irmãos Lumiérè
Cinematoscópio:
o cinematoscópio foi uma invenção do norte-americano Thomas Alva Edison de 1890, que usava "filme perfurado" (patente que se manteve ate aos dias de hoje) no interior de uma máquina. 

A persistência Retiniana:
 o conceito de persistência retiniana é conhecido por a fracção de segundos que a imagem fica na nossa cabeça depois de desaparecer.

Escala de Planos: 
A escala de planos é uma escala que usa a figura humana para dimensionar a realidade inserida no enquadramento (área do visor da câmara).


Plano de Pormenor – Enquadra um pormenor do corpo humano ou de um objecto.


Muito Grande Plano – Enquadra o corpo humano desde o meio da testa até ao queixo. 





Grande Plano – Enquadra o corpo humano desde o cimo da cabeça até aos ombros do personagem. Pretende mostrar a cara do personagem revelando com intensidade as suas expressões.





Plano Próximo – Enquadra o corpo humano desde o cimo da cabeça até à linha do peito. Estabelece uma proximidade em relação a um objecto ou a uma personagem.





Plano Médio – Enquadra o corpo humano desde o cimo da cabeça até à linha da cintura. Não revela ainda grande parte do ambiente envolvente, convertendo o personagem no centro das atenções.


Plano Americano – Enquadra o corpo humano desde o cimo da cabeça até aos joelhos.




Plano de Conjunto - Enquadra mais do que um personagem, mas não chega ao plano geral (totalidade das figuras). É um plano revelador dos pormenores da acção dos personagens e parcialmente do ambiente envolvente.




Plano Geral – Enquadra o corpo humano desde o cimo da cabeça até aos pés. Permite situar o personagem no espaço dramático envolvente.


Plano Muito Geral – Enquadra a totalidade do corpo humano mais o espaço envolvente. Permite uma visão bastante ampla do ambiente em redor do (s) personagem (ns).


Língua escrita e linguagem de audiovisuais:
à palavra- corresponde- o plano
à frase- corresponde- a cena
ao paragrafo- corresponde- a sequência

A junção de planos dá a cena e quando se termina a cena faz se a sequência. O produto final é, de certa forma, como um texto que deve fazer sentido para o público com o qual queremos comunicar.

Nota: 
Plano: unidade básica de linguagem audiovisual com significado.
Cena: conjunto de planos com sentido dentro do mesmo espaço dramático.

Cena: Onde? Quem? O quê?




Composição:

Definida a dimensão do plano (enquadramento), analisamos a disposição dos elementos dentro do enquadramento, aquilo que está mais próximo ou mais afastado do observador. Geralmente considera-se três níveis de composição de imagem:
  • o que está em primeiro plano (o que está mais próximo do observador);
  • o que está em segundo plano (aquilo que se encontra por detrás do primeiro plano);
  •  por último o plano de fundo (geralmente é o cenário).


Uma regra que ajuda a manter o equilíbrio na composição da imagem, é a regra dos terços. Esta regra considera que se dividirmos o enquadramento em três partes iguais, tanto na horizontal como na vertical encontram-se os pontos fortes da imagem.


A perspectiva: 
A perspectiva está relacionada com a altura em que se posiciona a câmara em relação ao tema enquadrado.

Perspectiva normal- quando a câmara se localiza ao nível do olhar de pé, quer dizer, o olhar da personagem está ao mesmo nível da câmara.


Perspectiva é um picado - quando a câmara está numa posição superior àquilo a que se filma, inclinada para baixo, em direcção ao chão. Se um personagem é visto de cima parece mais pequeno e dominado. O picado reduz a figura humana.


Perspectiva é um contra picado -quando a câmara está numa posição inferior àquilo a que se filma, inclinada para cima, em direcção ao céu. Se um personagem é filmado em contra picado, aparece engrandecido em relação ao observador. O contra picado sobrevaloriza a figura humana.


Os movimentos de câmara: 

Os planos podem ser fixos, quando não existe movimento da câmara ou terem movimento. Quando isso acontece, podemos efectuar panorâmicas, travellings ou zoom.

Panorâmicas - sempre que se executam movimentos para a esquerda, direita, para cima ou para baixo, mas 
com a câmara montada num tripé fixo.





















Travelligs - quando a própria câmara se desloca, seja sobre calhas, ou sobre rodas. (travelling in - aproxima ; 
travelling out - afasta).


Designa-se Zoom à ilusão de movimento criado pela utilização da objectiva zoom (possue distância focal variável). Zoom in - aproxima a imagem , ou fecha o enquadramento ; zoom out - afasta a imagem ou abre o enquadramento).

Movimento de câmara à mão - movimentos criados pela utilização da câmara à mão ou no ombro, e é caracterizado pelas oscilações típicas do andar e pela grande liberdade de movimentos.


Raccords 

Há quem considere o cinema a arte da elipse e do raccord. O conceito de raccord que remonta aos inícios do cinema, define-se como tudo aquilo que assegura continuidade, de plano para plano, dentro de um filme.

Exemplo de raccord de acção:
mudança de plano geral para plano próximo ( o corte é feito na acção, ou seja o personagem está na mesma posição, quando se muda de um plano aberto para um mais fechado). Isto cria o efeito de continuidade entre os planos.

Audiovisuais- 1ª aula de Projecto

Nesta aula os professores começaram por dar a informação do que iríamos fazer ao longo do modulo.Em projecto vamos fazer um raid fotográfico, que tem a ver com o nosso conceito individual.
Raid 1. explorar ideias (o maior numero de fotos possiveis em locais diferentes);
Raid 2: Selecionar/ Desenvolver uma ideia
Raid 3: Produto Final (6 fotografias com potencial)
Plano de Fotografia:
Desenho pintado do nosso plano para a fotografia e depois com a seguinte legenda: 1. Ideia/ Mensagem/ Conceito; 2. Adereços/ Figurinos/ Maquilhagem/ Cenário; 3. Iluminação/ Cor/ Enquadramento
Retrato:
conceito individual
fotos de 3 formas diferentes mas que demonstre o conceito.
Filme: 
Conceito de grupo
acção (como se traduz o conceito para a acção?)
6 cenas +- 3min. max.
Temporização: 
Banda sonora
Cenários: Desenhos, Pinturas, Fotografia (do próprio grupo)
 

Foi nos dado também o desafio do módulo 4. DESAFIO:
Tu, ao contrário de Gregor, vais abrir todas as portas. O que encontras, por detrás de cada uma delas?

A minha Resposta ao desafio (conceito):



Entendo que quero sempre sair por onde entrei, mas a saída não está sempre igual(..)


Pouco vejo, estou dentro de uma esfera escura, não consigo sair... Vim cá para e nem sei se deva deixar isto. A esfera tem sempre a mesma imagem colada na sua parede e o fundo, todo ele é escuro. Então via sempre a mesma imagem obcessiva, sempre o mesmo escuro, sempre o mesmo buraco, sempre o mesmo vício(..)
Num dia, sem me aperceber e vinda do nada, apareceu uma pequena luz no imenso escuro.
A luz incidia nos meus olhos e perguntei me , porque não?. Levantei me e fechei os olhos para ignorar todo o escuro até à luz chegar.
Era vermelha, laranja, amarela e branca. Estava receptivo, mas(e) também continuava com a pequena angústia. E nisso sem me aperceber no meio da luz algo me agarrou e me fez pairar no meio do ar. Estava leve e sentia-me livre.
Estava quase que completo.
E fui observando que o mesmo que me proporcionava a sensação de pairar também olhava por mim.
Contudo ainda havia uma pequena insegurança que não "secava".


Então:
      Um dia adormeci, um dia acordei


          o que me angustiava
          e não me deixava ir,
          um dia ficou trancada
          e eu pude outra vez sorrir


          foi quem me pôs a pairar
          que a trancou,
          fez- me acreditar
          e foi por ti luz que a ferida secou.


          Acordei e estava lá no alto e nem da luz precisava.
          Ela tinha ficado para trás.
          
                           Agora traçava o MEU caminho, com a tua ajuda amigo.

Audiovisuais- 1ª aula de Fotografia

Na primeira aula iniciámos em fotografia. Fomos divididos, metade da turma ficou em cinema e a outra em fotografia, e de semana em semana trocamos.

Começamos a aprender os conceitos básicos.
Ficamos a saber que a definição de Fotografia é, Foto- luz (vem de fotão); Grafia- escrita. Fotografia é a escrita  da luz. Falámos do inicio da câmara escura que é quando uma imagem iluminada penetra num compartimento escuro através de um buraco (do tamanho de um alfinete) e se recebem sobre um papel branco situado a uma certa distancia, visualiza se o objecto (imagem) com as mesmas cores e formas mas invertida.
Ficámos a saber que a fotografia influencia o cinema, porque o cinema é feito por fotografias, 24 fotografias por segundo. Essas 24 são as que dão a ilusão que se estão a mover.

Fotografia Digital:
A camara digital regista as imagens através de um sensor armazenando as imagens em cartões de memoria.
Resolução:
Pixels estão ligados a constituição e qualidade da imagem. Quantos mais pixels existir melhor uma maquina ou imagem é.
Lentes/ Objectivas:
Grande angular: 0.1- 50 mm
Apanha mais espaço da imagem além de a distorcer um pouco. Mas é útil para tirar foto a grandes edifícios. 
Normal. 50mm 
Apanha tudo o que o próprio fotografo vê.
Teleobjectiva: 50- 30mm 
Reduz o campo de visão (como se estivesse a fotografar com zoom para algo). Úteis para retratos. 
Obturação:
6 posições distintas com a mesma quantidade de luz no sensor de imagem. 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A minha Forma Final em Design de Comunicação

A Fotomontagem escolhida

A poesia visual escolhida

Página Tipo

Capa Final


                                     A imagem representa a fechadura como um simbolismo de como ver o outro lado. O outro lado em que parto sem saber em que rumo vou, liberto me(..)

Design de Comunicação, o Conceito (meu)

Ando num mundo diferente, num mundo à parte. Não estou aqui.
Vagueio pelas ruas, arrasto o corpo, mas a minha mente está noutro lugar.
Ao acordar, até a dormir dou por mim a viajar numa tempestade de sentimentos.
Sentimentos daqueles que nunca pensamos ter, e que me agarraram agora sem sequer perguntar. Desconheço este mundo, é um carrossel que me deixa subir ao pico só para ter a satisfação de me poder voltar a deixar lá em baixo.
Estou preso então, estou ausente.
Limito-me sem saber como não me limitar, continuamente(…)

módulo 3 - design de comunicação -semana 6 - 12 de Fevereiro de 2011

Visto que demos por terminado o módulo de design de comunicação, e apesar de ainda não nos ter sido dado o desfio comecei a explorar alguma coisas sobre fotografia, e alguns conceitos e como os poderias possivelmente "envolver" com a fotografia.

módulo 3 - design de comunicação - projecto - aula 6 - 11 de Fevereiro de 2011

Dia 11 de Fevereiro, aula de projecto, todos os que ainda restavam incluindo eu concluíram a apresentação para a turma e professores das suas apresentações. Foi nos dito ainda os materiais que eram precisos para a próxima tecnologia.

módulo 3 - design de comunicação - tecnologia - aula 6 - 8 de Fevereiro de 2011

Nesta aula de design de comunicação concluímos a capa da nossa publicação, e com a ajuda dos professores fizemos as ultimas alterações necessárias.

módulo 3 - design de comunicação - semana 5

Ao fim desta semana comecei a explorar mais técnicas na fotomontagem com materiais como têxteis e cartão e jornais. Comecei também a trabalhar na minha apresentação de power point, aperfeiçoando a imagem da minha capa, explorei também a paginação.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

módulo 3 - design de comunicação - projecto - aula 5 - 4 de Fevereiro



Neste aula de projecto iniciámos as apresentações de power point que já tinha falado noutro relatório. Depois foram feitas correcções nos power points.
Deu se a continuação dos trabalhos e também a avaliação dos alunos( uma acerca do power point e outra que foi uma curta opinião sobre cada aluno.

módulo 3 - design de comunicação - tecnologia - aula 5 - 31 de Janeiro de 2011


Demos início ao tratamento da capa, começámos a trabalha la no photoshop.
Os professores também deram a explicação da composição da capa assim como a explicação dos objectivos da paginação.

módulo 3 - design de comunicação - semana 4

Continuei com a exploração de ideias mas não tanto como nas outras semanas (pelo menos na parte da poesia visual e fotomontagem). Comecei a explorar mais a capa, o que é o meu conceito e no que podia dar. Tentei passá lo para uma imagem mais metafórica e explorada.

módulo 3 - design de comunicação - projecto - aula 4 - 28 de Janeiro de 2011


Continuámos com a exploração de ideias (poesia visual, fotomontagem).
Depois foi nos dito que tínhamos de fazer uma apresentação de power point com pag. tipo, capa da publicação, um dos nossos trabalhos de poesia visual e um de fotomontagem. Apresentação de 3mnt.
Os professores deram também a explicação do portefólio digital e foi nos mostrado um exemplo de poesia visual feito pelo professor.

módulo 3 - design de comunicação - tecnologia - aula 4 - 25 de Janeiro de 2011


Neste aula de design de comunicação concluímos a animação, isto depois de lhe termos escolhido um título.
Iniciámos a selecção da imagem da capa para a nossa publicação, e começámos a trabalha la.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pesquisa

SOBRE CAPAS



Uma capa que chama atenção por os dois pontos que apresenta: a imagem e o título. O Título que apresenta uma cor destacável que sobressai na imagem e imediamente e facilmente se lê. A imagem que é viciante e que a preto e branco é como outro mundo. A imagem é bem trabalhado e imagem diz tudo.

Exploração de ideias - Poesia Visual

            Amor e amizade deslizam neste imagem como uma mistura que só no fim se manifesta perguntando se, qual deles? A confusão está mais uma vez instalada


                Aqui representei talvez um cliché muitas vezes esquecido. A mim diz me muito, mostra como o sentimento que é o amor pode ser tão frágil que pode acabar com um "e tudo o tempo levou".


A ausência da cor é uma das técnicas que gosto de trabalhar com uma boa frase, dando lhe assim toda a importância. "Os calafrios dos sentir" é o que o sentir o sentimento trás de consequência, os arrepios sentidos que não se sentem com outra coisa.



Esta imagem remete para o meu conceito, a chuva como uma sensação única, relacionando com cada emoção e cada aparto que sentimos muitas vezes através dum simples gesto ou toque 

Olhei para para o céu
escorria me pela cara, estava a sentir
era o sol de véu
e o mar a cair,
tiveste de ir
ao céu subiu a barreira
só eu conhecia a tua maneira
Tudo calmo
tudo vazio...
sorrisos calados
não havia frio, só um arrepio.